#Post Title #Post Title #Post Title #Post Title #Post Title #Post Title #Post Title
sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Convicção do pecado

    O primeiro passo na reconciliação com Deus, é a convicção de pecado. "Pecado é o quebrantamento da lei." "Pela lei vem o conhecimento do pecado." I João 3:4; Rom. 3:20. A fim de ver sua culpa, o pecador deve provar o caráter próprio pela grande norma divina de justiça. É um espelho que mostra a perfeição de um viver justo, habilitando o pecador a discernir seus defeitos de caráter. 
   
     A lei revela ao homem os seus pecados, mas não provê
remédio. Ao mesmo tempo que promete vida ao obediente, declara que a morte é o quinhão do transgressor. Unicamente o evangelho de Cristo o pode livrar da condenação ou contaminação do pecado. Deve ele exercer o arrependimento em relação a Deus, cuja lei transgrediu, e fé em Cristo, seu sacrifício expiatório. Obtém assim "remissão dos pecados passados", e se torna participante da natureza divina. É filho de Deus, tendo recebido o espírito de adoção, pelo qual clama: "Aba, Pai!" 
    
    Estaria agora na liberdade de transgredir a lei de Deus? Diz Paulo: "Anulamos, pois, a lei pela fé? De maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei." "Nós, que estamos mortos para o pecado, como viveremos ainda nele?" E João declara: "Esta é a caridade de Deus: que guardemos os Seus mandamentos; e os Seus mandamentos não são pesados." Rom. 3:31; 6:2; I João 5:3. No novo nascimento o coração é posto em harmonia com Deus, ao colocar-se em conformidade com a Sua lei. Quando esta poderosa transformação se efetua no pecador, passou ele da morte para a vida, do pecado para a santidade, da transgressão e rebelião para a obediência e lealdade. Terminou a velha vida de afastamento de Deus, começando a nova vida de reconciliação, de fé e amor. Então, "a justiça da lei" se cumpre "em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o Espírito". Rom. 8:4. E a linguagem da alma será: "Oh! quanto amo a Tua lei! é a minha meditação em todo o dia." Sal. 119:97. 
    
    "A lei do Senhor é perfeita, e refrigera a alma." Sal. 19:7. Sem a lei os homens não têm uma concepção justa da pureza e santidade de Deus, ou da culpa e impureza deles mesmos. Não têm verdadeira convicção do pecado, e não sentem necessidade de arrependimento. Não vendo a sua condição perdida, como transgressores da lei de Deus, não se compenetram da necessidade do sangue expiatório de Cristo. A esperança de salvação é aceita sem a mudança radical do coração ou reforma da vida. São assim abundantes as conversões superficiais, e unem-se às igrejas multidões que nunca se uniram a Cristo.

(A vida que Satistaz - Como alcançar paz de Espírio. O Grande Conflito, página 467-468)

[ Leia Mais ]
quinta-feira, 15 de outubro de 2015
VOCÊ ESTÁ COM RAIVA DE DEUS?
Por David Wilkerson
(Are You Mad at God?)
16 de fevereiro de 1998
Creio que não há nada mais perigoso para um cristão do que carregar ressentimento contra
Deus. Contudo, estou chocado pelo crescente número de crentes que encontro, e que estão
irritados com o Senhor. Eles podem não admitir como tal mas no íntimo, estão mantendo um
tipo de amargura contra Ele. Por que? Eles acham que Ele não está interessado em suas
vidas ou em seus problemas! Estão convencidos que Ele não Se interessa porque
Ele não
respondeu à uma oração em particular ou porque não agiu a seu favor.
Recebi há pouco uma carta de um jovem que está preso em uma cadeia, em um dos
estados do sul do país. Este moço condenado pela justiça, foi no passado um cristão
consagrado mas
agora ele diz que está com raiva de Deus. Eis as suas palavras:
"Estou enfiado em um buraco no meio do inferno e
creio que Deus vai me deixar
aqui! Houve uma época quando quis seguir a Cristo de todo o meu coração. Mas
havia um pecado que me oprimia um
pecado sexual. Eu tentava me arrepender, mas
isso nunca deu certo. Eu lia minha Bíblia, estudava e orava mas
não adiantava. O
meu pecado sempre era quem comandava. E agora estou preso em uma cadeia por
muito tempo, devido a ele." "Desisti da luta espiritual. Parece que não adianta se
esforçar. Deus livroume
das drogas e do álcool quando eu era um recemconvertido.
Mas, por que Ele não levou a minha luxúria sexual?"
Todas as páginas da carta deste homem eram cheias de amarguras contra Deus. Ele havia
permitido que o seu ressentimento se transformasse em uma ira totalmente exposta! Vejo
uma ira igual, entre um número crescente de ministros em várias denominações. Eles
ficaram desiludidos, desgastados, zangados com Deus e
agora estão abandonando os
seus chamados. Quando se lhes pergunta por que, eles respondem:
"Eu fui diligente, fiel; eu dei o melhor de mim. Mas quanto mais eu me esforçava,
menos resultados eu via. A minha congregação não era reconhecida. E todas as
minhas orações pareciam ser em vão. Chegou uma hora em que tudo aquilo que eu
pregava soava falso, pois que não estavam funcionando na minha própria vida. Agora
estou deixando o ministério até que eu consiga resolver estas coisas."
Tenho aprendido ao longo dos anos, que muito poucos ministros deste tipo alguma vez
voltarão. Por quê? porque eles se agarram com muita força à sua irritação contra Deus!
Dizem: "Eu fiz tudo certo. Mas não aconteceu nada da maneira que eu esperava. Fui fiel a
Ele mas
Ele falhou para comigo!"
O Terrível Perigo E As Amargas Conseqüências De Se Guardar Amargura Contra
Deus, Chegaram Às Minhas Mãos Recentemente!
Não há muito tempo atrás, resolvi ler uma biografia de missionários intitulada "Aggie" e
não
consegui largála.
Esta surpreendente história apertou o meu coração, e acabei a sua leitura
em uma só sentada. Gostaria de resumir a sua história aqui para vocês porque
ela ilustra
de maneira viva, o poder destrutivo da raiva cheia de amargura no coração do crente.
Em 1921, dois jovens casais de Estocolmo, na Suécia, responderam ao chamado de Deus
para o campo missionário africano. Eram membros da Igreja Pentecostal Filadélfia, a qual
enviava missionários para o mundo todo. Durante um especial culto missionário, estes dois
casais receberam um chamamento para irem para o Congo Belga, que agora é o Zaire.
[ Leia Mais ]
terça-feira, 21 de abril de 2015

Quem dizem os homens que sou?


"Quem dizem os homens que sou?" Foi a pergunta de Cristo aos seus discípulos.

Ele nasceu numa manjedoura emprestada, porque não houve outro lugar pra Ele. Cruzou o lago num barco emprestado de outra pessoa e montou um jumento que também lhe fora emprestado...
Um homem que não se afastou mais do que 200km de sua terra, tornou-se o mais conhecido e influente ser humano que já existiu. Com uma história de vida que transcende os séculos. 
Como não crer num homem assim? Como não admirá-lo? Como não desejar segui-lo? Como não imitá-lo? Como não amá-lo? Bem aventurados os que são incapazes de resistir ao poder desse nome: J E S U S!


[ Leia Mais ]
quarta-feira, 9 de abril de 2014

Musica da Tarde


Boa tarde amigos leitores do Jovem Evangelho, ultimamente não temos tido muito tempo para criar postagens para nosso querido blog, mas sempre que possivel passarei aqui para compartilhar ao menos uma mensagem cantada como essa linda canção que compartilho com vocês nessa tarde.

Que Deus Abençoe a todos.

Musica da tarde:
Toma o meu coração - Prisma Brasil



[ Leia Mais ]
segunda-feira, 9 de setembro de 2013

O selo de Deus é o sábado ou o Espírito Santo?

Algumas pessoas têm dificuldade de harmonizar a função do Espírito Santo e o papel do sábado no selamento final do povo remanescente de Deus. Não resta dúvida de que a habitação do Espírito Santo na vida do crente é a maior evidência de que este se encontra em estado de salvação (ver Rom. 8:1-17; Gál. 5:16-26). Por esse motivo, o apóstolo Paulo se referiu ao Espírito Santo como “penhor” (II Cor. 1:21 e 22) e “selo” (Efés. 1:13; 4:30) da salvação. Ellen G. White acrescenta que “a todos os que aceitam a Cristo como um Salvador pessoal, o Espírito Santo vem como consolador, santificador, guia e testemunha”. – Atos dos Apóstolos, pág. 49.
Além disso, o Espírito Santo é também o agente selador e capacitador dos crentes para o cumprimento da missão evangélica. Comentando os derradeiros momentos antes da ascensão de Cristo, Ellen G. White diz que “a visível presença de Cristo estava prestes a ser retirada dos discípulos, mas uma nova dotação de poder lhes pertencia. O Espírito Santo ser-lhes-ia dado em Sua plenitude, selando-os para a sua obra” (Atos dos Apóstolos, pág. 30). Em relação ao Pentecostes, a mesma autora afirma que “os que creram em Cristo foram selados pelo Espírito Santo”. – Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 6, pág. 1.055.
O processo de restauração das verdades bíblicas pelos pioneiros adventistas do sétimo dia também foi selado, ou seja, aprovado pelo Espírito Santo. “Muito bem sabemos nós como foi estabelecido cada ponto da verdade, e sobre ele posto o selo pelo Espírito Santo de Deus” (Mensagens Escolhidas, vol. 2, págs. 103 e 104). Descrevendo sua participação em algumas reuniões em South Lancaster, Massachusetts, na década de 1880, a Sra. White menciona que “o Senhor ouviu nossas súplicas, e Seu Espírito colocou o Seu selo à nossa obra” (Review and Herald, 15 de janeiro de 1884, pág. 33). Ainda hoje, Deus “deseja que Sua obra seja levada avante com proficiência e exatidão, de modo que possa pôr sobre ela o selo de Sua aprovação”. – Atos dos Apóstolos, pág. 96.
Mas a função seladora do Espírito Santo no plano da salvação não conspira contra a identificação do sábado como “o selo do Deus vivo” (Apoc. 7:2; 9:4) no desfecho da grande controvérsia entre a verdade e o erro (ver Apoc. 12:17; 14:9-12). Em realidade, o Espírito Santo é concedido aos que obedecem a Deus (Atos 5:32) e, por essa razão, Ele é chamado por Cristo de “o Espírito da verdade” (João 14:17; 15:26; 16:13). Sua obra é conduzir os seguidores de Cristo “a toda a verdade” (João 16:13), da qual faz parte o quarto mandamento do decálogo, que ordena a observância do sábado (Êxo. 20:8-11; cf. Sal. 119:142).
Ellen G. White afirma que “o sábado foi inserido no decálogo como o selo do Deus vivo, identificando o Legislador, e tornando conhecido o Seu direito de governar. Era o sinal entre Deus e Seu povo, um teste de sua obediência a Ele. Moisés foi ordenado a lhes dizer da parte do Senhor: ‘Certamente, guardareis os Meus sábados; pois é sinal entre Mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que Eu sou o Senhor, que vos santifica’ [Êxo. 31:13]. E quando alguns do povo saíram no sábado a recolher o maná, o Senhor indagou: ‘Até quando recusareis guardar os Meus mandamentos e as Minhas leis?’ [Êxo. 16:28].” – Sings of the Times, 13 de maio de 1886, pág. 273.
“A obra do Espírito Santo é convencer o mundo do pecado, da justiça e do juízo. O mundo só será advertido ao ver os que crêem na verdade sendo santificados pela verdade, agindo por princípios altos e santos, demonstrando em sentido alto e elevado a linha divisória entre aqueles que guardam os mandamentos de Deus e aqueles que os pisoteiam a pés. A santificação do Espírito demarca a diferença entre aqueles que têm o selo de Deus e aqueles que guardam um dia de repouso espúrio.” –Seventh-day Adventist Bible Commentary, vol. 7, pág. 980.
Portanto, a habitação santificadora do Espírito Santo na vida é o selo da salvação do crente, que permanece nele enquanto este permitir que o Espírito Santo o conduza “a toda a verdade” (João 16:13). No conflito final entre a verdade e o erro, a humanidade acabará se polarizando entre os que observam o sábado bíblico instituído por Deus e os que veneram o domingo de origem pagã. Nesse contexto, o sábado assumirá a função de sinal escatológico de lealdade incondicional a Deus.
[ Leia Mais ]
 
 

Eles Curtem o J.E.